
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Caminhos

terça-feira, 3 de maio de 2011

segunda-feira, 28 de março de 2011

Pensamentos a mil por hora
Num caminho estreito
Muitos espinhos á frente
Em meio às rosas
Penso logo sinto
Sinto logo vem o medo
Observo, paro...
Um passo pra trás
Dois passos pra trás
Parece retroceder
Parar até quando
Observar até quando
Passos a recuar
Pensamentos que se repeti
Certeza da incerteza
Vejo-me sentada
Olhar perdido no nada
Uma lágrima rola
A certeza de não poder
Tentando me esquivar
De todos os obstáculos
Fingido poder fugir
Sigo sem sentir sem querer sentir

Esta tão frio
Na alma a sentir
Um frio que bate, machuca
Não há o que dizer
Ainda que não queira
Assim mesmo vai ficar
Sem perspectiva pra um novo começo
Sem força pra tentar
Vivo só pra mim
Não tem espaço
Não vou abrir espaço
Apenas fujo
Apenas me deixe fugir
Esta frio aqui
Não vai passar
Mesmo em noites de calor
Ainda existirá a sensação
Bem lá no fundo
Sem força para recomeçar
Assim ficarei
Assim quero ficar
Por mais frio que estiver
Não quero mais
Apenas fujo
Apenas peço que me deixe fugir
Seguindo sem olhar para os lados
Apenas fujo.
quinta-feira, 17 de março de 2011

Surge nos meus pensamentos
E como fantasma vive na minha alma
As lembranças do nunca vivido
As mágoas do nunca sofrido
Lembranças do nunca sentido
Nosso amor sem fim
Tudo que um dia quis
Mais você surge de outra forma
Com outro nome
Em uma vida tão longe da minha
Vive outra vida
Vive outro amor
Vejo-te cada dia mais longe
Apenas contemplo-te
Mais é apenas uma ilusão
Do meu sonho
Mais vive em mim
Doce sonho
Pra sempre em minha vida
sexta-feira, 11 de março de 2011
Limite da ilusão

O limite estava claro
Anunciado ao vento
Seu egoísmo foi maior
Uma máscara usou
De maneira sorrateira se aproximou
Uma lágrima fingida
Mais duas lágrimas rolaram
Uma apenas sincera
Lágrima de medo
Quanta estupidez
Se foi de maneira brusca
E a vida volta a bater
Fugir já não era opção
Fugir era necessidade
Ser egoísta era necessidade
Amando mais a mim
Não sendo permitindo chorar
Não sendo permitido sofrer
O tempo passa
O amor passa
O sentimento do que nunca foi fica
Apenas mais uma ilusão
Ilusão que morreu no esquecimento
Esquecimento soprado pelo vento do adeus.
terça-feira, 8 de março de 2011
Já não há

O que se passa agora
Já não há sentimento
Mesmo assim existe o pensamento
Algo novo pode existir
Mais ele diz não
Se nega a aceitar
As cicatrizes parece não fechar
Os dias passam rapidamente
Mais ele ainda se nega a viver
O muro ta sendo reconstruído
Cada dia mais alto
Cada dia mais forte
Já não existe o pra sempre
Cada dia mais distante
Já não há espaço
Já não há dor
Já não há o que fazer
Apenas o silêncio