quinta-feira, 19 de maio de 2011

Caminhos

Tento disfarçar as mudanças
Mais elas se mostram cada dia mais forte
Observo o longo caminho
Visto minha blusa pois sinto frio
Um longo caminho até o destino
Me pego pensando
Nas desventura dá minha vida
Por um longo tempo a pensar e caminhar
Nem percebo o que vai ficando pra trás
Mais tento não desviar
E vou seguindo pensativa
Me vem em menti um turbilhão
Passado, presente e futuro
Ambos são um só! o eu!
Das desventuras restam marcas
Das marcas experiências
O vento frio bate no meu rosto
Ajeito a blusa que esta meio aberta
Os Cabelos ao vento
E a sensação de tudo passando
Passam os anos, os dias, minutos, segundos...
Sigo nesse caminho sem ver o final...

terça-feira, 3 de maio de 2011

Nada dura para sempre
Um dia cada um toma caminhos diferentes
Aqueles dias de sorrisos e amizades são adormecidos
Novos amores virão
Os dias passaram e amizades seram substituidas
Aquelas fotos de bons momentos
Serao resumidas em lágrimas
De todos os bons momentos
Que como o tempo, passa e não volta
Queria parar o tempo...
Mais o tempo não pode nos parar
Destinos distintos
Que nos afastam dos nossos amores
Tempo traiçoeiro
Que leva nosso melhor
E deixa apenas recordações
Nossa maior marca é o tempo que deixa
Se vai marcar a vida de alguém
Se ama esse alguém
Não se vá, como o tempo
Mas se pensa em ir
Vai sem deixar nada
As marcas da vida são cicatrizes
Aqueles que não as teem
Nunca viveu
Aqueles que as teem
Sofre do mal chamado saudade
Saudade que o tempo não perdoa
pois, NADA DURA PARA SEMPRE.....

segunda-feira, 28 de março de 2011

Pensamentos a mil por hora

Num caminho estreito

Muitos espinhos á frente

Em meio às rosas

Penso logo sinto

Sinto logo vem o medo

Observo, paro...

Um passo pra trás

Dois passos pra trás

Parece retroceder

Parar até quando

Observar até quando

Passos a recuar

Pensamentos que se repeti

Certeza da incerteza

Vejo-me sentada

Olhar perdido no nada

Uma lágrima rola

A certeza de não poder

Tentando me esquivar

De todos os obstáculos

Fingido poder fugir

Sigo sem sentir sem querer sentir

Esta tão frio

Na alma a sentir

Um frio que bate, machuca

Não há o que dizer

Ainda que não queira

Assim mesmo vai ficar

Sem perspectiva pra um novo começo

Sem força pra tentar

Vivo só pra mim

Não tem espaço

Não vou abrir espaço

Apenas fujo

Apenas me deixe fugir

Esta frio aqui

Não vai passar

Mesmo em noites de calor

Ainda existirá a sensação

Bem lá no fundo

Sem força para recomeçar

Assim ficarei

Assim quero ficar

Por mais frio que estiver

Não quero mais

Apenas fujo

Apenas peço que me deixe fugir

Seguindo sem olhar para os lados

Apenas fujo.

quinta-feira, 17 de março de 2011


Surge nos meus pensamentos

E como fantasma vive na minha alma

As lembranças do nunca vivido

As mágoas do nunca sofrido

Lembranças do nunca sentido

Nosso amor sem fim

Tudo que um dia quis

Mais você surge de outra forma

Com outro nome

Em uma vida tão longe da minha

Vive outra vida

Vive outro amor

Vejo-te cada dia mais longe

Apenas contemplo-te

Mais é apenas uma ilusão

Do meu sonho

Mais vive em mim

Doce sonho

Pra sempre em minha vida


sexta-feira, 11 de março de 2011

Limite da ilusão

O limite estava claro

Anunciado ao vento

Seu egoísmo foi maior

Uma máscara usou

De maneira sorrateira se aproximou

Uma lágrima fingida

Mais duas lágrimas rolaram

Uma apenas sincera

Lágrima de medo

Quanta estupidez

Se foi de maneira brusca

E a vida volta a bater

Fugir já não era opção

Fugir era necessidade

Ser egoísta era necessidade

Amando mais a mim

Não sendo permitindo chorar

Não sendo permitido sofrer

O tempo passa

O amor passa

O sentimento do que nunca foi fica

Apenas mais uma ilusão

Ilusão que morreu no esquecimento

Esquecimento soprado pelo vento do adeus.



terça-feira, 8 de março de 2011

Já não há

O que se passa agora

Já não há sentimento

Mesmo assim existe o pensamento

Algo novo pode existir

Mais ele diz não

Se nega a aceitar

As cicatrizes parece não fechar

Os dias passam rapidamente

Mais ele ainda se nega a viver

O muro ta sendo reconstruído

Cada dia mais alto

Cada dia mais forte

Já não existe o pra sempre

Cada dia mais distante

Já não há espaço

Já não há dor

Já não há o que fazer

Apenas o silêncio